sábado, 28 de setembro de 2013

Dumiense - Arões: declarações dos treinadores

Opinião: 
Fotos: Ricardo Castro/Rui Silva
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Miguel Paredes: “A qualidade e trabalho dos nossos jogadores tornou tudo mais fácil”
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"Os números mostram um jogo que terá sido fácil mas não foi. Felizmente entrámos muito bem no jogo e durante a primeira parte poderíamos ter sentenciado. Fizemos o segundo golo, tivemos mais duas grandes oportunidades, pelo Ismael e pelo Barbosa, que nos podiam ter dado tranquilidade. E não entramos tão bem na segunda parte. O campo é bastante difícil, o adversário é muito agressivo, para ganhar aqui é preciso ter um grande equilíbrio emocional, saber o que o jogo está a pedir. Mantivemos o 2-0, é sempre um resultado perigoso, se o adversário faz um golo pode voltar a acreditar, mas com o grande golo do Costa, o jogo acabou e acabamos por controlar. Foi um jogo difícil, mas os nossos jogadores, com a qualidade e o trabalho, conseguiram tornar tudo mais fácil. Este ano somos uma equipa que gosta mais de ter a posse de bola, temos mais um ou outro jogador com alguma experiência, os do ano passado também têm, mas isto não quer dizer nada. O campeonato é muito longo e nós queremos é amealhar o maior número de pontos possível, mas como é evidente, cada vez estamos melhor equipa. Sabemos que vão haver alturas que vamos ter mais dificuldades e é nessa altura que temos de apelar à humildade e ao espírito de grupo para tentar ultrapassar os nossos adversários. Mas estamos no bom caminho e temos de continuar a trabalhar e acima de tudo, manter a união do grupo."
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Paulo Pires: “A qualidade do adversário e o segundo golo acabaram com o jogo”
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"Como tem sido habitual, uma má entrada do jogo condicionou a estratégia, que era dar alguma iniciativa de jogo ao adversário e através do contra-ataque tentar fazer moça. Sofrendo um golo no primeiro minuto e contra uma equipa deste poderio, torna a tarefa mais árdua. A qualidade do adversário e a obtenção do segundo golo praticamente acabou com o mesmo. Na segunda parte tentámos reagir, com uma ou outra jogada bem delineada, mas sem o discernimento que precisávamos para voltar ao resultado. A ansiedade e a falta de confiança são condicionantes para o estado de espírito da equipa. Sabíamos que precisávamos de um dia muito bom e de provocar um dia muito mau ao adversário. Mas com uma péssima entrada no jogo, perdemos tudo logo desde aí."
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