domingo, 15 de março de 2015

Declarações de Miguel Paredes no final do Arões - Taipas (2-2)

Opinião: 
Foto: Ricardo Castro
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“Desde que chegamos ao topo, todos os lances são contra nós”

“Na primeira parte não entramos muito bem no jogo. Permitimos que o Taipas pudesse jogar, que os avançados deles chegassem primeiro à bola. Não fomos agressivos e não nos posicionamos muito bem no jogo. Acabamos por sofrer um golo, num lance de ataque rápido muito bem executado pelo adversário. Antes podíamos ter marcado, com o Rampa completamente sozinho. No entanto conseguimos chegar ao empate. Na primeira parte houve duas oportunidades para cada lado e o empate aceitava-se.

Entramos bem na segunda parte. Tivemos logo um remate do Zézé à barra, depois fizemos o segundo golo e fomos controlando o jogo. O Taipas, apesar de ter mais bola, nunca conseguiu chegar com perigo à nossa baliza e nós fomos chegando e tivemos uma ou oura situação em que podíamos ter definido melhor o último passe para fazer o 3-1.

Depois aparece aquele lance, que já é a nossa sina. Desde que chegamos ao topo, todos os lances são contra nós. O Zezinho diz que a bola lhe bate no peito, o árbitro deixou jogar e quando viu que não foi golo, por indicação do árbitro auxiliar, o senhor Orlando Rodrigues, marcou o penalti. Na dúvida é sempre contra nós, os colegas que estão na área dizem que a bola bate no peito. O próprio bater da bola é indicativo disso.

Estão a tentar deitar-nos para baixo, mas vamos continuar a lutar. Foi um jogo muito difícil e hoje tivemos mais duas situações em que tivemos de fazer duas substituições, remendamos a equipa, os jogadores portaram-se bem. Mas contra algumas situações não conseguimos lutar.

Relembro que este árbitro foi o que marcou aqui o penalti há dois anos que deu a subida ao Ninense, só ele é que viu aos 94 minutos e que deixou o Torcatense na nossa divisão. Vamos continuar a trabalhar, porque contra isso não conseguimos fazer nada”.
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